Após sofrer atentado,dono de funerária acusa filha de mandar matá-lo.
Segundo familiares, dono da Pax Conesul apontou disputa por bens como motivo do atentado
O empresário Marcelino Morel Cabrera, de 61 anos, acusou a própria filha, Lucía Morel Alves, de ser a mandante do atentado sofrido neste sábado (5), em Pedro Juan Caballero, cidade paraguaia vizinha a Ponta Porã. A declaração foi relatada por familiares às autoridades e ainda é investigada.
Conforme o site Notícias Central, Marcelino fez a acusação enquanto recebia ajuda de um sobrinho, logo após ser baleado. “Pedi à minha filha que me devolvesse o veículo, e ela mandou um assassino atrás de mim”, afirmou, segundo o relato dos familiares.
O empresário relacionou o ataque a um conflito familiar envolvendo bens e a administração de empresas. Pessoas próximas à família afirmam que havia divergências sobre a transferência de patrimônio e o controle dos negócios.
Até o momento, as autoridades paraguaias não confirmaram a participação de Lucía no crime. A acusação feita pelo pai integra as informações que serão apuradas durante a investigação.
Atentado – Conforme informações, Marcelino, proprietário da funerária Pax Conesul, foi baleado neste sábado e levado ao Hospital Privado Viva Vida, onde recebeu atendimento médico.
O atentado ocorreu no mesmo dia em que outro homem foi executado a tiros na região de fronteira. Não há confirmação de ligação entre os dois crimes.
Familiares também citam um ataque anterior contra estabelecimentos ligados ao grupo empresarial de Marcelino. A Polícia Nacional e o Ministério Público do Paraguai investigam a motivação do atentado e a possível relação com os demais episódios.















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