O PSDB deve perder, de uma só vez, três deputados federais em Mato Grosso do Sul, que era um dos remanescentes da era de ouro do partido, que foi um dos maiores do País.
O partido começou a ruir com a saída das principais lideranças: Reinaldo Azambuja para o PL e Eduardo Riedel para o PP. Agora, deve perder os três deputados federais e metade da bancada de estaduais.
A fila de saída deve ser puxada pelo deputado federal Beto Pereira, que há vários dias conversa com filiados ao Republicanos para construir chapa para federal.
A reportagem apurou que ele tem conversas decididas com diretório estadual e nacional do partido para fechar detalhes da mudança de sigla.
A saída de Beto deve contribuir para a debandada geral. Dagoberto Nogueira e Geraldo Resende sabem que não conseguirão eleger dois se continuarem no partido.
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Dagoberto negocia filiação ao PP, que tem grandes chances de fazer dois federais. Já Geraldo Resende pode se filiar ao PV, hoje federado com o PT.
Redução de chapas
Se o PSDB não tiver chapa para federal, por conta da saída do trio, a coligação liderada por Riedel deve ter apenas três chapas para federal: PP, PL e Republicanos, atingindo a meta inicial, de reduzir o número de partidos no grupo.
O PSD seria alternativa para a coligação, mas as postas foram fechadas depois que Jair Bolsonaro deixou claro que uma das vagas para o Senado será de indicação dele. Como a outra ficará com Reinaldo, Nelsinho Trad (PSD) não terá espaço e, consequentemente, o PSD estará fora da coligação.













