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Giroto é condenado a pagamento de R$ 11 milhões e inelegibilidade por 12 anos

Publicada em: 24/10/2025 10:50 -

No entendimento do juiz, ficou comprovada denúncia do Ministério Público, de que o ex-agente público utilizou sua posição para amealhar patrimônio incompatível com seus rendimentos, no período de 2007 a 2015, quando ocupou cargos no Executivo estadual.

 

As investigações revelaram movimentações financeiras e aquisições de bens que ultrapassaram R$ 10 milhões, no entendimento do MPE e do juiz, sem comprovação de origem lícita.

 

Giroto foi condenado à “devolução” de R$ 10.776.663,06; pagamento de indenização por dano moral coletivo de R$ 1 milhão; além da suspensão dos direitos políticos por 12 anos. A decisão cabe recurso.

 

O ex-secretário também está proibido de contratar com o poder público ou receber benefícios fiscais por doze anos.

 

Giroto é pré-candidato do PL para deputado federal. Ele voltou ao partido recentemente, em filiação na Capital, com participação do presidente nacional do PL, Valdemar da Costa Neto, de quem é amigo.

 

Lama Asfáltica

 

A Operação Lama Asfáltica, deflagrada em 2015, denunciou esquema de corrupção e lavagem de dinheiro que desviou recursos públicos, por meio de fraudes em licitações e superfaturamento de obras.

 

Segundo a investigação , o prejuízo estimado, à época, chegava a meio bilhão de reais, envolvendo contratos milionários para pavimentação de rodovias, aquisição de propriedades rurais e até compra de aeronaves.

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